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terça-feira, julho 19, 2011

Pinga e pinga

Pinga e molha,
Pinga e seca,
Pinga e esfria,
Pinga e refresca.

Pinga e aquece,
Pinga e embriaga,
Pinga e desaparece,
Pinga e enlouquece.

Pinga e mais pingas,
E assim a gente esquece.

domingo, julho 17, 2011

Com amor, ao Harry

  
  Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte II. 
  Um filme que mostrou o fim de tudo. O fim dos nossos sonhos de infância, uma história que nos deixou presos de uma forma tão gostosa no mundo da magia.
  Ontem fui ver o "fim de tudo", e agora, após 8 filmes, 7 livros, muitas revistas e muito amor vejo que tudo valeu a pena.
  Ontem, depois que cheguei da minha sessão, vi que havia uma caixa em cima da mesa da sala, e essa caixa era um presente de uma amiga minha, a Bruna (Bubukca), que eu conheci há anos em um flog de Harry Potter que, em seguida, se tornou um flog meu e dela bem visitado, e nessa caixa que ela me mandou havia um colar com o símbolo das Relíquias da Morte que ela pediu para ser feito para nós duas - e quanta nostalgia!  
  É difícil acreditar que tanto tempo se passou (10 anos desde o primeiro filme) e agora não temos mais aquela ansiedade de "QUERO SABER DO PRÓXIMO". O consolo ao fim do sétimo livro foram os filmes que ainda não tinham estreiado, mas e agora? Bom... E agora que eu aconselho todos vocês a guardarem com carinho as recordações que essa saga nos proporcionou, que todos vocês se lembrem do mundo da bruxaria do nosso querido bruxinho, que se lembrem que aquela cicatriz não dói mais depois de tanta luta, de tanta aventura e de tanto choro. 
  Só nos resta agradecer à Joanne Kathleen Rowling e à Warner Bros, que fizeram a mágica estar presente em nossas vidas por tantos anos.  
  Obrigada a todos os fans de Harry Potter que fizeram essa história ser a de mais lucro no mundo (cogitada no cinema em 4.494.197.990 de euros - isso ANTES da estréia do ultimo filme!), ultrapassando filmes como os do James Bond, Star Wars e Indiana Jones. Obrigada a todos que compartilharam a ansiedade e felicidade dessa excelente história.
  Lembrem-se: a magia nunca há de morrer!

Texto escrito por mim, primeiramente no www.flogao.com.br/zoandohp, depois reeditado e passado para cá.

terça-feira, junho 28, 2011

Medos

  Todos nós temos nossos medos, ninguém é corajoso por inteiro.
  No fundo todos temos um pouco de medo do escuro, um pouco de medo de altura, um pouco de medo de insetos, um pouco de medo da morte, um pouco de medo do amor, um pouco de medo da solidão, um pouco de medo de falar em público... Temos um pouco de medo de tudo.
  Uma vez me disseram que quanto mais você tem esconde os seus medos, mais ele aumenta; por isso não fique com vergonha de enxergá-los, de tentar superá-los; se assim você fizer, logo será mais forte que tais.
  Todos somos heróis e covardes, mas isso não é motivo para você deixar a sua covardia falar mais alto que o seu lado heroico.

quinta-feira, junho 23, 2011

Paris, Janvier. 2011.


  Saudades de uma viagem feita há alguns meses, de sentir a brisa francesa em meus cabelos, o vento gelado contra a minha pele, e até mesmo do inverno deixando minha mão ressecada e cortada.
  Dos momentos em que xinguei os franceses, tão rudes nos pedindo "excuse moi" já nos empurrando; dos momentos em que reclamei da comida ruim (eu sei, eu sei; a comida francesa supostamente era para ser a melhor do mundo, mas, caros leitores, sinto informa-lhes que foi o que eu menos achei), daqueles pães duros há todo momento, seja no petit déjeuner, déjeuner ou dîner.
 Do cheiro de esgoto de la Tour Eiffel e da vista linda do topo dela; dos passeios no rio Sena, da visita ao Louvre (e de enfrentar fila para ir ao banheiro e ainda ter que pagar ¢ 0,50 para utilizá-lo); da estadia no quarto daquele hotel 3 estrelas, com seu banheiro todo estranho e um serviço de quarto muito esquisito, porém com uma vista linda para os jardins do mesmo.
  Das compras na Champs-Elyseés e das fotos tiradas no Arc de Trionphe e na Cathédrale Notre-Dame. Das idas ao Disney Village e na EuroDisney para ter "um pouco" de diversão; da visita à Versailles para apreciar um pouco aquele lugar tão belo e antigo; de tentar falar em francês com os nativos, mas no fim das contas acabar apelando para o inglês por não entender um "a" da resposta deles.
  Pois é, a França é realmente um país muito belo, mas cá entre nós... Eu não troco o Brasil por nada.


Aos melhores companheiros de viagem que eu poderia ter achado: Cami, João e Mari (ainda falta a Nati e a Anna na foto).

terça-feira, junho 21, 2011

More than words


  If you think my unpretentious words mean all I feel for you, I can say you’re completely wrong. It’s more than what I could ever say to anybody. Only God knows what I mean: it’s a feeling that’s coming from the Angels, we’re blessed by the Spirits of Paradise. I couldn’t say anything but “I want you. I need you. I love you.”
  Just say you want me to love you, to treat you as my gentleman, so you’ll treat me as your lady. We can build our house with honesty, love, happiness and respect. The bricks will be made with our wisdom, the floor with our passion, the roof with truth.
  At the end, I will take your hand and never let you go. 

segunda-feira, junho 20, 2011

O "querer mais"

Um lugar apenas nosso, onde o "para sempre" sempre existirá.

  Se eu digo que te quero é porque te quero.
  Não existe querer pouco ou querer muito: eu te quero por igual, eu te quero pouco misturado com muito, e quero que teus sentimentos sejam equivalentes aos meus; quero-te do mesmo modo que quero que você me queira.
  Quero beijos eternos, abraços carinhosos e conversas inesquecíveis.
  Quero tudo o que eu tenho direito de ter de você. Quero que você me deseje a cada instante, cada vez mais intensamente, cada dia de um modo mais certeiro.
  Queremos amor, queremos o infinito, queremos aquele sentimento árduo que faz com que nosso coração pareça ter parado de bater, mas que ao mesmo tempo continue pulsante de modo descontrolado dentro do peito.
  Quero borboletas no estômago, sobrevoando dentro de meu organismo, por todos os lugares possíveis do meu interior. 
  Eu prometo ficar contigo pra sempre, mas desejo que você fique comigo mais do que eu possa imaginar, mais do que eu ou você possamos dizer; quero que as minhas palavras se percam em meio ao sentimento que não pode ser demonstrado por frases, períodos ou orações.
  Se o "para sempre sempre acaba" então provaremos que esse "para sempre" possui outro nome. Um nome desconhecido por todos até agora; um nome reservado a nós.

domingo, junho 19, 2011

A felicidade a dois

"Take my one last breath and don't forget that I'll be right here, waiting."

  E la não gostava de ninguém especial, e assim foi por longos anos de sua vida, em certos momentos até chegou a achar que seria uma idosa morando no campo com mil gatos de companheiros, como uma de suas amigas sempre comentava, achava que viveria sem um parceiro para lhe dar carinho.
  Nunca pareceu se importar com isso (na verdade, não se importava mesmo), porém quando via casais juntos por aí ou quando algum conhecido começava a se relacionar, um breve pensamento passava pela sua cabeça: "E quanto a mim?"
  Eis que o destino lhe pegou de surpresa. A indiferença em relação ao seu coração se tornou diferente, o silêncio de seus batimentos cardíacos se tornaram barulhentos,  a calmaria de seu corpo se transformou em nervosismo. Finalmente encontrara seu amado, e ele também a encontrou.
  Foi em uma noite de verão. A jovem havia voltado há poucos dias da Europa, estava de férias da faculdade, o tédio a consumia, então ele surgiu. Surgiu para salvá-la do destino rodeada por felinos, surgiu para ser o único "felino" dela. 
  Ela navegava na internet, em um tédio eterno, então alguém lhe adicionara em uma rede social. Esse alguém pedira seu messenger, e por algum motivo em especial que ela ainda desconhecia, o passou. Adicionaram-se e a conversa fluiu.
  O rapaz disse que havia a adicionado apenas por curiosidade, porque achou-a interessante e teve vontade de conversar com ela. Conversaram via internet por longas horas, e quando tiveram que se despedir um aperto no peito mostrou-se. 
  Após algumas outras conversas resolveram se encontrar em um shopping perto de um parque da cidade. Marcaram o dia e a hora, e conforme os minutos se aproximavam, a ansiedade crescia, e quando o momento chegou, tudo pareceu perdeu-se em meio a tão diversas emoções. 
  O dia foi interessante, produtivo, mas a certeza de que aquilo seria para sempre só veio na hora de ir embora, quando na hora da despedida a jovem sentiu um aperto maior ainda no peito (como em todos os "tchaus" ditos a ele) e não queria ir embora, porém tinha que fazê-lo, já era tarde e tinha que ir. 
  No último beijo do dia uma vontade de choramingar surgiu de repente, mas segurou a tal vontade de fugir com o rapaz e foi para a sua casa, onde repousaria em breve a cabeça em seu travesseiro e teria sonhos com o amado, mas o mais importante de todos os fatos vividos até ali foi que ela sabia que o "tchau" dito não era um "tchau", e sim um "até muito em breve". 
  Ela descobriu que estar sozinha é bom, mas estar acompanhada é melhor ainda.